quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A maldição do cigano




“Emagrecido”
Essa palavra que você irá se lembrar na próxima vez que ver um cigano na sua frente ou uma pessoa tão magra que de repulsa ao olhar. Isso é claro se você estiver lendo ou já tenha lido “A maldição do cigano” de Stephen King.
É um livro que trabalha o sobrenatural e que faz o leitor lembrar-se daquelas velhas histórias sobre maldições que algumas pessoas são capazes de lançar e, talvez por isso, é que esse livro se torna tão interessante. Tudo o que é sobrenatural, que nos é desconhecido, mexe com o nosso subconsciente e nos faz ter sede de descobrir o que é aquilo.
Stephen King, neste livro, é tão genial ao ponto de mexer com o sobrenatural sem recorrer a alguma religião ou algo do tipo e, mesmo assim, fazer as pessoas acreditarem  que exista o bem e o mal e que um ser humano, como o velho cigano Taduz Lemke, é capaz de proporcionar isso.
Confesso que até o Capítulo 16, nomeado “A carta de Billy”, o livro tinha tudo para ser um dos grandes fracassos de Stephen King, porém é com grande maestria que o mestre das obras de suspense começa a mostrar porque ele é tão fantástico. Uma pessoa que era apenas secundária antes torna-se o principal responsável por essa reviravolta no livro. O nome dele é Richard Ginelle, um gangster perigoso e grande amigo de Billy, que faz o livro se tornar uma grande aventura, porém uma aventura sombria.
Ginelle aparece para tentar mostra que até o sobrenatural não é capaz de suportar a ação humana de um bom gangster que só acredita em duas coisas, como ele mesmo diz, que são armas e dinheiro.

Não falei nem 1% do que este livro representa e o prazer que é sentar e ler algo tão bom quanto livros de Stephen King.

Dica: Não vale a pena assistir a adaptação que fizeram para o cinema desse livro. É muito ruim, distorce a história e muda o final!

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