“Emagrecido”
Essa palavra que você irá se lembrar na próxima vez que ver um cigano
na sua frente ou uma pessoa tão magra que de repulsa ao olhar. Isso é claro se
você estiver lendo ou já tenha lido “A maldição do cigano” de Stephen King.
É um livro que trabalha o sobrenatural e que faz o leitor lembrar-se
daquelas velhas histórias sobre maldições que algumas pessoas são capazes de
lançar e, talvez por isso, é que esse livro se torna tão interessante. Tudo o
que é sobrenatural, que nos é desconhecido, mexe com o nosso subconsciente e
nos faz ter sede de descobrir o que é aquilo.
Stephen King, neste livro, é tão genial ao ponto de mexer com o
sobrenatural sem recorrer a alguma religião ou algo do tipo e, mesmo assim,
fazer as pessoas acreditarem que exista
o bem e o mal e que um ser humano, como o velho cigano Taduz Lemke, é capaz de
proporcionar isso.
Confesso que até o Capítulo 16, nomeado “A carta de Billy”, o livro
tinha tudo para ser um dos grandes fracassos de Stephen King, porém é com grande
maestria que o mestre das obras de suspense começa a mostrar porque ele é tão
fantástico. Uma pessoa que era apenas secundária antes torna-se o principal
responsável por essa reviravolta no livro. O nome dele é Richard Ginelle, um gangster
perigoso e grande amigo de Billy, que faz o livro se tornar uma grande
aventura, porém uma aventura sombria.
Ginelle aparece para tentar mostra que até o sobrenatural não é capaz
de suportar a ação humana de um bom gangster que só acredita em duas coisas,
como ele mesmo diz, que são armas e dinheiro.
Não falei nem 1% do que este livro representa e o prazer que é sentar e
ler algo tão bom quanto livros de Stephen King.
Dica: Não vale a pena assistir a adaptação que fizeram para o cinema
desse livro. É muito ruim, distorce a história e muda o final!
Ler sempre nos leva a um mundo desconhecido! Adoroooo!! ;-)
ResponderExcluir