"Nós não podemos passivamente esperar o futuro, pois, assim, seremos esmagados por ele. O homem de hoje tem que criar o seu futuro. Já não podemos ficar como espectadores. Não podemos ser mais os homens de pensamento e de ciência, simples teóricos da acepção grega da palavra.
Nem capitalismo nem comunismo, mas uma outra coisa. Um dia é possível que a sociedade em conjunto se constitua como organismo único. Mas, para isso, é preciso que seja condensada em torno de um pensamento comum."
-Josué de Castro
Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de São Carlos. . Uma pessoa que se interessa por música, literatura, esportes e política e, que apesar de não ser um bom escritor, tenta escrever algo de interessante nesse blog.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
sábado, 14 de junho de 2014
Sobrevivência
Cada pedaço desta terra é sagrada para o meu povo
Cada rama gritante de um pinheiro
Cada punhado de areia das praias
A penumbra densa da selva
Cada raio de luz e o zumbido dos insetos
São sagrados na memória e vida do meu povo
O que aconteceu com as plantas?
Estão destruídas!
O que aconteceu com a água?
Desapareceu!
De hoje em diante a vida terminou.
Agora começa a sobrevivência!
Cada rama gritante de um pinheiro
Cada punhado de areia das praias
A penumbra densa da selva
Cada raio de luz e o zumbido dos insetos
São sagrados na memória e vida do meu povo
O que aconteceu com as plantas?
Estão destruídas!
O que aconteceu com a água?
Desapareceu!
De hoje em diante a vida terminou.
Agora começa a sobrevivência!
terça-feira, 10 de junho de 2014
Viva México
É importante entender a política através do comportamento da população e não através do comportamento dos políticos. O que move a política são os que lutam por melhorias dos seus direitos e não os políticos profissionais. Se no Brasil se ouve falar mais em política do que em movimentos sociais, é porque o jeito de governar está errado.
México, um grande exemplo disso.
México, um grande exemplo disso.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Zapatismo, EZLN - Autonomia e Poder
Antecedentes da formação do Exército
Zapatista de Libertação Nacional
Durante o regime do partido
único Partido Revolucionário Institucional (PRI) que durou mais de 70 anos, os
movimentos camponeses, operários e populares que discordavam do modelo de nação priista enfrentaram
consecutivas e sistemáticas repressões, o que fez com que muitos jovens
considerassem os canais legais da participação política fechados e apostassem
na formação de organizações armadas para buscar a derrota de um regime que de
seu ponto de vista era autoritário, e melhorar as condições de vida da
população.
De uma
dessas organizações, a Forças de Libertação Nacional (FLN), surgiu o Exército
Zapatista de Libertação Nacional (EZLN).
As FLN
foram fundadas em 6 de agosto de 1969, no norte do país: (Monterrey, Nuevo León)
e, segundo o general Mario Arturo Acosta Chaparro, em seu informe Movimentos subversivos no México,
"haviam estabelecido suas zonas de operação nos estados deVeracruz, Puebla, Tabasco, Nuevo León e Chiapas".
Em
fevereiro de 1974 aconteceria em San Miguel Nepantla, Estado de México, um confronto entre uma unidade do Exército federal - à frente do qual estava o então
tenente coronel Acosta Chaparro - e integrantes da FLN. Alguns destes perderiam
a vida no combate, como Carmen Ponce e Dení Prieto e outros seriam presos, como
ocorreu com María Gloria Benavides, que denunciou haver sido torturada.3
Como
consequência deste confronto, as FLN perderam sua capacidade operacional. No
início da década de 1980, alguns de seus militantes decidiriam a fundação do
Exército Zapatista de Libertação Nacional. Assim, em 17 de novembro de 1983, um grupo de
pessoas entre as quais se encontravam indígenas e mestiços, declaram
formalmente constituída a formação de um exército regular que em 1 de janeiro
de 1994 sairia à luz pública sob a declaração de guerra ao governo mexicano.
Influencias
e lugares de ação no Princípio do EZLN
Emiliano
Zapata – Lutas pelas terras e pelos direitos indígenas
Chiapas
– Estado mais pobre e com o maior grupo de indígenas (descendentes de maias). A
selva Lacandona era o principal lugar de refúgio desses indígenas. O local era
rico em recursos naturais como madeira, petróleo, água, etc...
Grande
preconceito – Havia um desprezo por parte dos políticos em relação a população
indígena, formando uma disputa entre Brancos x Índios no país mexicano.
Constituição e Fortalecimento do Exército Zapatista de Liberação
Nacional
1 de
janeiro de 1994 - Tratado de livre
comércio entre os EUA, Canadá e o México
·
Como forma de mostrar que esse acordo de livre comércio seria
prejudicial aos povos indígenas do México e já com um antecedente de luta
contra as corrupções do presidente Salinas, o EZLN tomou sete cidades como
forma de mostrar que eles viviam na pobreza e não achavam justo esse tratado,
que só aumentaria a miséria.
·
O Governo de Salinas começa uma Repressão em massa contra o
protesto indígena, deixando milhares de mortos por todo o país.
·
A partir de 1994, o EZLN deixa as armas de lado e começam a usar
as palavras como poder.
Grupo
guerrilheiro com características diferentes da esquerda ortodoxa
- Há
uma visão diferente do mundo e lutar junto com a população indígena era a
prioridade do EZLN. Ao invés de lutar pelos indígenas, eles lutam JUNTO com os
indígenas do México, sempre ouvindo bastante suas reivindicações.
Governo e EZLN
Há uma tentativa de acordo entre representantes do governo e do
Exército Zapatista.
- Juntaram representantes de quase todos os grupos étnicos do país
fazendo-se, a partir de então, uma inversão da política, ou seja, passou a ser
de baixo para cima.
Fundação do congresso nacional indígena – Direito de
auto-governo e controle dos seus recursos naturais.
Ao mesmo tempo em que os indígenas alcançaram essa conquista, eles tinham
que lutar muito para o governo cumprir esse acordo.
Mudança de Governo
A partir de 2001, entra no governo um partido mais conservador que o de
Salinas.
·
O grupo faz uma marcha e pede para entrar no
congresso para discursar. Os comandantes e as comandantes conseguem o direito a
entrar no congresso e nesse dia a Comandante Ester faz um discurso para o povo
mexicano que entrou para a história do país.
Maior Repressão por parte do Governo
O Governo mexicano vendo as áreas indígenas como uma grande área de
recursos naturais e importante para a exploração dos seus recursos, promovem
uma grande ação para o massacre dos índios Chiapas.
A partir dessa ação, o EZLN ve que não tem mais como conversar com o
Governo, pois até a esquerda mexicana havia traído o movimento. Com isso, eles
formam seus próprios sistemas.
A principal frase que há em todos os territórios zapatistas é a
seguinte: “ ESTA USTED EN TERRITORIO ZAPATISTA. EN REBELDIA, AQUI MANDA EL
PUEBLO, EL GOBIERNO OBEDECE!!!”
Sistema Zapatista
-Sistema educativo autônomo
-Sistema de saúde: Tentam se profissionalizar em medicina
- Sistema de governo autônomo
- Projeto de mídia alternativa para mostrar a realidade dos Chiapa
(criação da rádio insurgente EZLN)
-Arte desenvolvida de pintura mural
Guardiões à
Pessoas que deixam de ser camponeses para lutar ao lado do EZLN
Música Zapatista à
Chicanos que foram conhecer e aprender sobre a realidade zapatista e fazer
músicas sobre isso.
Papel da mulher
- Antes = subordinação
- Depois = reivindicação dos direitos e conquistas de igualdade
FIGURAS HISTÓRICAS: COMANDANTE RAMONA E COMANDANTE ESTÉR
As mulheres desarmadas conseguiram a parada dos militares em Chiapas
com as mãos.
EZLN Atualmente
-Busca de um novo sujeito político
-Criar Coletividade autônoma
-2006 à
Campanha da escuta feita pelo Subcomandante Marcos, onde ele saiu pelo México
para ouvir os problemas das pessoas.
·
Nessa campanha, Subcomandante Marcos vê que as
repressões sofridas por diversos grupos são iguais.
·
Começa a surgir uma cena política diferente, uma
consciência nova que vê que a diferença é boa e interessante.
O governo tem um projeto turístico na área de Chiapas, mas isso vai
contra a Lei. Como não podem entrar no estado militarmente, eles usam grupos
paramilitares que trabalham dentro da comunidade indígena e ameaçam estuprar as
mulheres, fazem ameaças psicológicas, tacam fogo nas casas e batem nas pessoas.
Usam como forma de repressão também dar dinheiro para os Chiapas, exigindo que
quem receber esse dinheiro deixe de fazer parte da EZLN. Esse foi um dos
motivos da atual pobreza da EZLN.
A ideia e o objetivo do EZLN não é tomar o poder, mas sim criar formas
de contra-poder.
Leituras Interessantes:
Don Durito – Subcomandante Marcos
Mudar o mundo sem tomar o poder – John Holloway
http://boitempoeditorial.com.br/livro_completo.php?isbn=85-87767-11-9
quarta-feira, 9 de abril de 2014
BRASÍLIA – A CAPITAL GEOPOLÍTICA DO BRASIL
A mudança da Capital brasileira durante
o período JK foi um marco não só na história brasileira, mas também um marco
mundial. O marco na história brasileira será discorrido nos tópicos abaixo,
porém o marco na história mundial foi por Brasília ter sido a primeira capital
construída por um país independente, sendo considerado patrimônio histórico
pela UNESCO – O plano piloto é claro.
Foto de Satélite do Plano Piloto
A primeira tentativa de mudança da
capital foi proposta na constituição de 1891, onde no mapa brasileiro foi
demarcado um retângulo, denominado RETÂNGULO CRULS. Esse retângulo foi
demarcado pelos políticos da República Velha onde hoje se localiza o Distrito
Federal e tinha como um dos objetivos acostumar a população com essa ideia.
Abaixo segue um mapa apresentado nas
escolas brasileiras na década de 1920.
Detalhes escolar de um atlas luso-brasileiro de 1927, onde estava demarcado o
Triangulo Cruls, a prevista área para o Distrito Federal.
PERÍODO
JK
PLANO DE METAS – Tinha como objetivo desenvolver setores
estratégicos, principalmente energia, transporte, indústria de base e mais duas
metas que não foram cumpridas: Alimentação e Educação.
Esse plano de metas permitia a entrada de capital estrangeiro, diferente
de Getulio Vargas, que tinha como base as indústrias estatais.
50 ANOS EM 5 – Juscelino queria modernizar o Brasil com as
tecnologias estrangeiras. Com essa modernização, Juscelino causa uma grande
crescente na divida externa, gerando uma enorme inflação econômica no Brasil.
MUDANÇA DA CAPITAL
MARCHA PARA O OESTE – Levar a capital para o Oeste brasileiro era o
pretexto utilizado pelo governo brasileiro para modernizar o país.
PORQUE SAIR DO RIO DE JANEIRO?
- Não há tranquilidade para governar – Apesar de não oficial, esse era o principal motivo para o governo mudar a capital federal para uma região pouco povoada. Eles queriam fugir das agitações sociais.
- O Rio de Janeiro é Litorâneo – Esse argumento foi usado como pretexto pelo governo de Juscelino Kubitschek para a mudança devido a facilidade de ser atacada por outros países pelo mar em uma possível situação de guerra e de receber doenças vindas de outros países através de embarcações. Esses argumentos eram errôneos, pois já existia o poder aéreo, podendo trazer guerras e doenças para a Capital Federal, mesmo que ela fosse localizada no Centro Oeste Brasileiro.
CONSTRUÇÃO DE BRASILIA
Demorou 4 anos para ser construída. Foi uma construção super rápida em
relação as outras capitais construídas no mundo.
URBANISTA – Lúcio Costa
ARQUITETO – Oscar Niemeyer
CARTA DE ATENAS – Le Corbusier publicou esse livro contendo visão da
cidade funcional, com planejamento regional, zoneamento funcional, conjuntos
habitacionais providos de equipamentos coletivos e outros elementos da
arquitetura futurista.
PLANO PILOTO – Foi feito para abrigar funcionários públicos.
Pessoas de baixa renda não podem morar e o Brasil inteiro trabalha para
sustentar Brasília.
CIDADES SATÉLITES – Onde foram morar os candangos – como eram chamados
as pessoas que construíram Brasília. Tem
os piores índices de mortalidade infantil no Brasil. Não há organização do
espaço. A arquitetura não foi feita para os pobres.
ASPECTOS GEOPOLÍTICOS DO PLANO
PILOTO
ELIMINAÇÃO DA RUA TRADICIONAL
- Automóveis – Não é para haver pedestres em Brasília.
- Vias expressas – Não há cruzamentos, pois na necessidade deles, há um desnível no asfalto.
NÃO HÁ SEMÁFOROS E NEM CALÇADAS
GRANDE INOVAÇÃO URBANISTA – Superquadras, que irão
facilitar a setorização, como veremos abaixo.
SETORIZAÇÃO – Cada local da cidade é destinada para uma determinada
atividade, o que acaba sendo importante para a vigilância das pessoas.
Não há um centro urbano em Brasília.
ENTRADAS/SAÍDAS – A cidade tem 4 entradas/saídas e em cada uma delas
há um quartel das forças armadas, se tornando fácil de ser bloqueada e fechada
para o caso de grandes manifestações.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Década Perdida e alguns dias também...
Década Perdida - Dez anos de PT no Poder.
Costumo sempre ler bons livros de política, sempre dando preferencias a clássicos. É sempre bom ler autores que escrevem sobre a contemporaneidade, porém, não foi o caso desse livro.
Não estou dizendo em momento algum que o livro é ruim, muito pelo contrário, é muito bom porque é um resumo de que, na minha opinião, um regime político que o Brasil vive, tendo como principal foco os escândalos de demissões e renuncias por corrupção.
Corrupção não é prioridade do PT, apesar de nos últimos anos ter se tornado uma especialidade do partido. E, diferentemente do que o autor Marco Antonio Villa descreve no livro, a oposição não se manifestou sobre alguns escândalos por ela própria ser corrupta e não por falta de liderança e desorganização, mas sim por medo. Isso pode ser mostrado em dados e pesquisas atuais.
Resumindo: O livro é bom e verdadeiro em seus fatos, porém, para quem acompanha jornais, televisão, e outros meios de comunicação, já sabia de tudo isso. O livro é apenas um resumo de reportagens, entrevistas e tudo o que saiu na mídia durante os 10 primeiros anos do PT no governo.
A baixa do livro, para mim, é o Dr. Marco Antonio Villa desmerecer por diversas vezes pessoas que estão em alguns cargos ou fazem alguma coisa sem ter uma especialização acadêmica. Oras, como se ter uma especialização acadêmica deixasse alguém mais apto para administrar determinadas áreas de cargos públicos ou privado, sendo que sabemos que a maioria das especializações acadêmicas, principalmente em faculdades federais são ''arranjadas'' e não merecidas. Além de termos exemplos de boas administrações de pessoas que não são nem da área que atuam. Como diria o próprio Villa: Uma Falácia
Se você é inteirado na política nacional, não vale a pena gastar dinheiro com o livro.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Sociologia da Religião - Parte II
Continuando o post sobre Sociologia da Religião, hoje darei uma introdução nesse assunto, falando sobre Religião, Ciência, Política e Magia, onde a religião começou a ser estudada no século XIX não mais como um fenômeno social, mas sim psicológico.
Anteriormente, os missionários religiosos e governamentais que faziam as etnografias nas colonias, isso gerava alguns problemas no modo de vista dos novos estudiosos dos fenômenos religiosos, entre eles a visão preconceituosa sobre as religiões dos considerados ''primitivos''.
No século XIX, as descrições etnográficas passam a ser feitas por outras pessoas, porém há ainda uma visão preconceituosa do modo religioso estudado, pois esses novos estudiosos já iam dotados de um pré-conceito evolucionista, onde a crença é algo individual, subjetivo. Para esses estudiosos, a ciência se sobreporia a religião.
Nessa época - e até hoje - temos alguns outros ramos de estudos da religião, tais como o
Naturismo - Apontavam a religião sempre a fenômenos da natureza, que não podia ser compreendidos. Eram ligados ao Totemismo, onde associam a uma representação sagrada todos os fenomenos religiosos.
Anteriormente, os missionários religiosos e governamentais que faziam as etnografias nas colonias, isso gerava alguns problemas no modo de vista dos novos estudiosos dos fenômenos religiosos, entre eles a visão preconceituosa sobre as religiões dos considerados ''primitivos''.
No século XIX, as descrições etnográficas passam a ser feitas por outras pessoas, porém há ainda uma visão preconceituosa do modo religioso estudado, pois esses novos estudiosos já iam dotados de um pré-conceito evolucionista, onde a crença é algo individual, subjetivo. Para esses estudiosos, a ciência se sobreporia a religião.
Nessa época - e até hoje - temos alguns outros ramos de estudos da religião, tais como o
Naturismo - Apontavam a religião sempre a fenômenos da natureza, que não podia ser compreendidos. Eram ligados ao Totemismo, onde associam a uma representação sagrada todos os fenomenos religiosos.
Animismo - Diferente do Naturismo, tem como enfase a essência do indivíduo - A religião começou a ser no século XIX não mais como um fenômeno social, mas sim psicológico-Psiquê-, seu espírito, sua alma. Começou quando o homem começou a olhar para si e assim ver a essência da sua alma.
No animismo, a ideia de reencarnação está presente e o culto aos antepassados também. Dá enfase aos médiuns que fazem a mediação entre a divindade atual com os antepassados.
Psicologismo - O culto a uma divindade é um culto a um pai que nos gerou. O ser humano precisa de uma figura que nos gere segurança, algo que faça o indivíduo perder o medo.
COMO A RELIGIÃO É VISTA NA IDEIA DE MAGIA
- MANA - É uma força presente na natureza, de caráter transcendental, que poder ser manipulada por quem tem o dom da manipulação.
obs. Mana é algo semelhante ao axé e a força vital.
- A Magia vê a natureza como algo que pode ser mudado por que tem o conhecimento, ou seja, o mago. Existe a ideia de oferenda, ou seja, oferecer algo para receber algo em troca. A Magia é ligado a ideia de conhecimento pré-cientifico.
- Similitude - Manipula um elemento que tem ligação com uma sociedade ou um indivíduo e se a magia for bem feita, ela a tinge o seu efeito. Um exemplo de Similitude é o Vodoo.
AUGUSTO COMTE
Religião, Metafísica, filosofia e ciência - Essas são as etapas da evolução humana para o positivismo.
Para Comte, há uma separação entre o sujeito e o objeto. Se não houver essa separação, não será possível fazer ciências.
Para ele, há uma evolução da seguinte forma. Animismo ------ Politeismo -------- Monoteístmo
É a partir do monoteísmo que se tem uma ideia de pregação da palavra, do documento escrito, como por exemplo a bíblia. Há também a ideia de uma ética religiosa.
WEBER
Esferas de valor - Para Weber, cada esfera tem uma institucionalidade própria no mundo atual. Isso Weber vai chamar de Politeísmo de valores. No mundo antigo uma pessoa só era responsável por todas as esferas, porém hoje em dia cada esfera - Economia, Arte, Religião, Ciência e Cultura, vão ter a sua própria institucionalidade.
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