terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Sherlock, a série



Se Sherlock Holmes já era um gênio em sua época, agora imagina trazer toda essa genialidade para o século XXI. Foi exatamente isso que que Steven Moffat e Mark Gatiss fizeram com esse grande personagem do Sir Arthur Conan Doyle.
É um remake emocionante e engraçado. o Sr. Holmes com toda sua perspicácia e sagacidade, que é mostrada de uma forma mais humorística do que nos livros, chega brincar com os "vilões" e inclusive com o FBI. Ele só não consegue brincar com duas pessoas: seu fiel escudeiro Dr. John Watson e com o incrível Jim Moriarty. O primeiro por não ter paciência com Holmes quando ele começa a se achar incrível, tentando rebaixar a inteligência de todas as pessoas. O segundo por ser uma cópia de Holmes, porém usa esse inteligência para o mal.
O que mais chama a atenção em Jim Moriarty, tanto nos livros como também na série de TV, é que ele não se preocupa em momento algum em roubar as jóias da coroa, roubar o banco de Londres ou se apoderar do sistema de segurança britânico (apesar de ele conseguir tudo isso de maneira muito simples), mas sua principal preocupação ou ocupação é brincar com a mente de Sherlock Holmes. Tentar mostrar ao detetive londrino que ele não é apenas uma cópia de Sherlock Holmes, mas que é mais inteligente e consegue destruí-lo usando somente essa inteligência.
Todos os episódios da série tem ligação direta com os livros do Sir Doyle, porém é adaptado para a atualidade. Até os nomes dos episódios são quase iguais aos dos livros.
A série tem 2 temporadas com 3 episódios de uma hora e meia. Então é rápido para assistir e nem da para ver o tempo passar.

Dica: O último episódio lançado é o melhor de todos. Mostra a disputa de inteligência entre Sherlock Holmes e Jim Moriarty.


Obs: Destaque para as atuações de Mark Gatiss (também produtor da série) e para Martin Freeman (o Bilbo, do filme O Hobbit) como Mycroft Holmes e John Watson, respectivamente.


IMPORTANTE: OS FILMES LANÇADOS SÃO MUITO RUINS EM COMPARAÇÃO A SÉRIE E, PRINCIPALMENTE, COMPARADA AOS LIVROS

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A maldição do cigano




“Emagrecido”
Essa palavra que você irá se lembrar na próxima vez que ver um cigano na sua frente ou uma pessoa tão magra que de repulsa ao olhar. Isso é claro se você estiver lendo ou já tenha lido “A maldição do cigano” de Stephen King.
É um livro que trabalha o sobrenatural e que faz o leitor lembrar-se daquelas velhas histórias sobre maldições que algumas pessoas são capazes de lançar e, talvez por isso, é que esse livro se torna tão interessante. Tudo o que é sobrenatural, que nos é desconhecido, mexe com o nosso subconsciente e nos faz ter sede de descobrir o que é aquilo.
Stephen King, neste livro, é tão genial ao ponto de mexer com o sobrenatural sem recorrer a alguma religião ou algo do tipo e, mesmo assim, fazer as pessoas acreditarem  que exista o bem e o mal e que um ser humano, como o velho cigano Taduz Lemke, é capaz de proporcionar isso.
Confesso que até o Capítulo 16, nomeado “A carta de Billy”, o livro tinha tudo para ser um dos grandes fracassos de Stephen King, porém é com grande maestria que o mestre das obras de suspense começa a mostrar porque ele é tão fantástico. Uma pessoa que era apenas secundária antes torna-se o principal responsável por essa reviravolta no livro. O nome dele é Richard Ginelle, um gangster perigoso e grande amigo de Billy, que faz o livro se tornar uma grande aventura, porém uma aventura sombria.
Ginelle aparece para tentar mostra que até o sobrenatural não é capaz de suportar a ação humana de um bom gangster que só acredita em duas coisas, como ele mesmo diz, que são armas e dinheiro.

Não falei nem 1% do que este livro representa e o prazer que é sentar e ler algo tão bom quanto livros de Stephen King.

Dica: Não vale a pena assistir a adaptação que fizeram para o cinema desse livro. É muito ruim, distorce a história e muda o final!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

É preciso quebrar o tabu





1 - O post é de tamanho médio, não tenham preguiça de ler, pois vale a pena sabe um pouco mais sobre esse filme
2 - O tema tem que ser levado mais a sério, visto sem preconceito - acho que o filme vai acabar bem com isso.

Tive uma grande surpresa ao assistir esse filme - documentário.
Antes de assistir ao filme, procurei ver críticas e me informar um pouco mais do que eu iria assistir, já que sou meio chato pra esse tipo de coisa. As críticas encontradas foram positivas, mas confesso que fiquei com o pé atrás quando eu li algumas coisas. Primeiramente que o argumento era do Fernando Henrique Cardoso que, apesar de ser um homem muito inteligente, foi um péssimo político, o que me fez pensar que ele falaria mais como político do que como pessoa mesmo. Segundo que a produção-executiva é do Luciano Huck, algo que é pra se desconfiar totalmente e deixar com medo de ver até a abertura do filme. Terceiro que eu li nos sites que três pessoas indicaram o filme: Sandy, Sabrina Sato e Angélica. Só faltou algum desses comediantes de stand-up que estão na TV recomendarem esse filme que ai eu nem perderia meu tempo em assistir.
Quando eu terminei de assistir esse filme me esqueci de todos os contras encontrados na minha pesquisa pré-filme. Vamos então ao que interessa do filme. Procurarei falar pouco, para não estragar a ótima surpresa que vocês terão ao assistir o filme.

Principal assunto abordado: O erro de se ter uma ''guerra contra as drogas''. O argumento para esse tema é sensacional, principalmente com o FHC falando do erro da ONU (que, sinceramente, não descobri até hoje uma utilidade dessa organização) ao tratar fazer uma guerra contra o tráfico e as drogas. O mais impressionante é que o Fernando Henrique e o Bill Clinton criticam a ONU, sem ter aquele clichê de criticar a ONU e seus erros só porque a sede da mesma é localizada nos EUA  e falar que americano é tudo idiota e bla bla bla.

Um tema que eu não esperava ver e que sempre me agradou é a crítica ao código penal, onde trata o usuário de drogas como um bandido e não como um doente dependente que necessita de uma ajuda médica e não de um sistema prisional falho - apesar de que muitos usuários que eu conheço são apenas idiotas que utilizam para fazer graça e não sabem a seriedade do problema, porém, não sou ninguém pra julgar.

Fica a dica:  Prestem a atenção na diferença entre legalização e descriminalização.
Vale muito a pena ver o modo como países como Portugal e Holanda tratam o usuário e o modo como eles fazem para acabar com o tráfico, já que só o governo fornecer a droga e o modo de usar, não acaba necessariamente com o tráfico.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Dexter - Design de um assassino




Terminei de ler o livro ‘Dexter: Design de um assassino’, quarto livro da série Dexter. Me surpreendi com a melhora em relação ao terceiro livro (o terceiro livro é muito ruim, mas muito ruim mesmo, porém ele é totalmente necessário para quem quiser conhecer a origem do Passageiro Sombrio que habita Dexter! ).
O livro não chega nem perto do segundo livro da série, mas também é muito empolgante no que diz respeito à ação.  Dexter se vê de frente com um assassino que é mais inteligente e enxerga ‘um passo a frente’ de Dexter. Todas as vezes que o protagonista pensa que vai surpreender o assassino, ele acaba sendo surpreendido ao ver que o assassino já havia pensado no que ele iria fazer.
A parte mais empolgante do livro, tirando a parte final, é o momento em que Dexter e Kyle vão até Havana atrás do assassino  pensando que iriam pegar facilmente o assassino, porém o assassino é mais rápido que eles e prepara uma surpresa no Hotel após Dexter e Kyle voltarem de um passeio e um encontro com um ‘amigo’ de Kyle por Havana.
A parte negativa do livro fica por conta da Irmã de Dexter, Deborah, que passa quase toda a história desacordada na cama de um hospital. Quem ler todos os livros, vai saber que Deborah é muito importante para tornar a história mais empolgante, mais engraçada e com mais ação do que o normal. Sem Deborah em ação neste livro, a história perde em empolgação em alguns momentos. Talvez seja por isso que este quarto livro deixa a desejar para o segundo livro da série. Não pela falta de ação, mas pela falta que Deborah faz durante todo o livro.
Resumindo: Vale a pena ler, pois é um alivio ver que Dexter volta realmente a ação depois de um terceiro livro tão ruim.

Dica: Se acaso você não leu nenhum livro da série, compre agora e comece a ler, pois não tem nada a ver com a série da televisão. Dexter é diferente, Deborah é diferente, Angel não tem tanta importância como na televisão (ele nem aparece neste quarto livro!), Vince é bem menos engraçado, porém bem mais importante do que na televisão e os outros personagens não tem como eu falar, senão estragarei sua leitura. Vale a pena começar a ler!